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De frente com os elefantes e surf em Jeffrey’s Bay

Estávamos ansiosos para aproveitar o melhor que a África do Sul tem para oferecer. Começaríamos ficando de frente com os elefantes e surf em Jeffrey’s Bay.

Nem nos nossos melhores sonhos imaginávamos encontrar algo tão incrível como o que encontramos no Addo Elephant National Park na África do Sul. O parque que é mantido pelo SANPAR que cuida de todos os parques nacionais do país.

Além da organização impecável do lugar, é possível dormir nos hotéis dentro do parque, fazer passeios com seu próprio carro ou usar os serviços de guia disponíveis. Para completar há um restaurante e uma loja com vários produtos legais para levar uma recordação do lugar.

No primeiro momento acho que estávamos um pouco descrentes de que veríamos tantos animais. Mas assim que entramos no parque e paramos no primeiro ponto do mapa, demos de cara com um elefante gigante.

Ao mesmo tempo que é um tanto assustador ver um animal desse tamanho tão de perto, é impossível não ficar maravilhado de vê-lo em meio a natureza. Nesse momento percebemos que o parque ainda ia nos surpreender, afinal, não era só um elefante, mas todo o cenário, o por do sol, a água, o elefante, tudo incrível.

Se isso é só o começo da África esse continente vai marcar de forma intensa a viagem.

Um gigante atravessando a rua

Elefantes no Addo National Park

Apesar de termos chegado no fim de tarde decidimos ficar no parque e aproveitar os próximos dois dias. Para alguém realmente apaixonado por animais, dá para ficar semanas ali, só observando a rica fauna e flora do local.

Apesar do nome rapidamente remeter aos elefantes, há ainda mais de 30 outras espécies além de centenas de pássaros. Aqui também é abrigo para os “big five” que são: o leão, elefante, rinoceronte, búfalo e leopardo.

O parque tem mais de 40 km de norte a sul e é preciso respeitar os horários de entrada e saída já que o portão fecha pontualmente entre 5 e 7 da noite. Como queríamos aproveitar bem optamos pela estadia lá no parque.

Mesmo com tantos carros, os elefantes são maioria

Maravilhados com tantos elefantes

Conseguimos ver centenas de elefantes, famílias, filhotes, a manada inteira correndo, elefantes brincando na água…

Até nos assustamos em um momento que dirigíamos distraidamente atrás de leões e uma manada inteira cruzou a estrada. Simplesmente paramos o carro e ficamos hipnotizados vendo os elefantes cruzando a estrada, por todos os lados do carro.

A experiência de poder ver esses animais tão de perto é uma experiência fantástica, fora a relação de carinho entre mães e filhotes que é de deixar qualquer um babando. Encantados com o que vimos seguíamos de volta para o nosso acampamento, fazíamos um lanche e saíamos novamente.

Conseguimos ver diversos animais, entre eles búfalos, leões, veados, e até o pequeno e simpático suricato, o famoso timão do rei leão. Dirigindo pelo parque é comum também avistar zebras, alces, tartarugas, avestruzes e até cabra de leque além de muitos javalis.

O mais gostoso do passeio é saber que esses animais estão vivendo ali, na natureza, nós somos os intrusos e todo cuidados é pouco, respeitar as regras de velocidade e de não descer do carro é importante para interferirmos o mínimo possível no ambiente.

Esse seria nosso primeiro contato com diversos animais e com a vida nos parques africanos

Hora de curtir a praia de Jeffrey’s Bay

Depois de dois dias incríveis pelo Addo National Park, era hora de seguirmos para Jeffrey’s Bay. Para muitos surfistas um dos desejos na vida é surfar a onde de Supertubos em Jeffrey’s Bay na África do Sul.

A onda de Jeffreys Bay é conhecida por ser a mais longa onda de direita do mundo e o circuito de surf tem uma das etapas mais tradicionais aqui nesse pequena cidade localizada na costa, há mais de 600 km da Cidade do Cabo.

Depois da Wild Coast que apesar de belas praias, quase não tinha infraestrutura, foi bom chegarmos aqui. Já tivemos uma outra realidade como nos anteciparam os locais.

Encontramos um agradável camping a beira mar e resolvemos ficar por ali mesmo. Na nossa chegada já fomos recebidos por golfinhos que completavam o cenário a beira mar. Fizemos mercado e no clima sul africano optamos por fazer o braai, o churrasco local.

Enquanto fazíamos compras tivemos uma situação no mínimo engraçada, quando finalizávamos nossas compras ouvimos alguém chamar com um sotaque inglês: Rachel? Leo?

Achamos estranho mas não tivemos dúvida que era conosco. Quem nos chamava era a Pascale, uma canadense, que conhecemos surfando na Nicarágua e agora estava de férias aqui na África do Sul. Conversamos um pouco, atualizamos as noticias do ultimo ano e seguimos para nosso camping.

Jeffrey’s Bay é um sonho de consumo para quem ama o surf

Praia, surf e chuva em Jeffrey’s Bay

Apesar da nossa empolgação inicial, tudo no camping anda em outro ritmo, como não há internet, então o negócio é aproveitar a natureza. Acordamos as sete da manhã no dia seguinte, fomos caminhar na praia, o Leo tirou algumas fotos e voltamos para o carro para dar uma geral, ainda estamos nos adaptando ao carro novamente, reorganizando tudo e ainda organizando a vida para a chegada dos pais do Leo.

Encontramos um lugar com internet e sentamos por lá para trabalhar um pouco. Depois de uma hora por lá fomos surpreendidos pela luz que acabou. Sem internet, com chuva, nada na cidade funcionando, nem os restaurantes, fomos até o mercado comer algo.

Como tínhamos pago o camping para dois dias não tivemos muita escolha a não ser abrir a barraca embaixo de chuva e nos abrigar nela.

Como a previsão não mostrava melhoras optamos por ir atrás de um hotel com internet e assim aproveitarmos o tempo fechado para trabalharmos no lançamento do novo livro sobre a Europa.

A África do Sul com certeza foi o pior lugar de internet até agora, os campings não tem e os hotéis muitas vezes cobram pela internet. Achar um hotel com bom preço e internet de graça, já era uma vantagem.

Além do surf a cidade tem um pequeno centrinho com várias lojas de surf, inclusive muitos outlets, chegamos a dar uma volta por lá mas focamos em trabalhar, pois as ondas não chegaram e o Leo acabou não surfando. Saímos de Jeffreys Bay com uma boa impressão… imagina o que vem pela frente!

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