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Visita a Peniche para fotografar o surf

Um dos motivos para estarmos em Portugal em outubro era podermos ver a etapa de surf que acontece no país. Por isso, estávamos ansiosos para nossa visita a Peniche para fotografar o surf.

Acordamos perto das sete da manhã na terça-feira, ainda estávamos em Lisboa, vimos pela internet que o campeonato de surf ia começar e nao tivemos dúvida.

Hora da nossa visita a Peniche para fotografar o surf e também para aproveitar a praia e o evento.

Pegamos estrada sentido Peniche. Apesar da chuva que nos acompanhou no fim de semana em Lisboa o tempo já estava aberto e chegando em Peniche encontramos um clima muito legal, estacionamento cheio, praia com muitas pessoas e surf rolando.

A caminho de Punta Arenas, no meio do nada – Chile.

Surf, praia e sol em Peniche

Já descemos com tudo que precisávamos para passar o dia na praia. Isso inclui, cadeiras, tripé, todo o equipamento de fotografia do Leo, água e alguns snacks. Afinal, nosso plano era visitar Peniche para fotografar o surf.

Chegando a praia vi uma pessoa mirando a enorme lente 600mm em nossa direção e achei no mínimo estranho… em poucos minutos o Marcio, que estava apontando a câmera em nossa direção, fotográfo do Estadão veio falar conosco. Ele conhecia nosso projeto, disse que adorava e assim, nos primeiros cinco minutos em Peniche já fizemos um amigo.

Dessa vez o Leo também cobriria o evento para uma revista de surf brasileira e por isso tínhamos credenciais de imprensa.

Com isso toda a logística fica bem mais fácil. Tínhamos um lugar com internet para trabalhar e pelo menos um lugar para pegar uma água.

Em Hossegor na França já foi tudo na raça. Ficamos impressionados como a imprensa brasileira estava em peso por aqui devido as chances do brasileiro Gabriel Medina virar campeão mundial. Canais como ESPN, Sport TV, Globo, Globo.com, Estadão, todos enviaram seus times para acompanhar o surf.

Alguns momentos do caminho até o Parque Nacional Torres del Paine, Chile.

Em busca de ondas pelas praias de Peniche

O dia rendeu e fomos para um camping que encontramos bem perto da praia. A questão da competição de surf é que depende das condições do mar.

O dia seguinte já não teve surf e a previsão indicava uma bela tempestade.

Resolvemos ouvi-los e fomos para um hotel. Com a tempestade também vieram as ondas grandes e apesar de não ter surf para o campeonato teve surf para os big riders como Carlos Burle, Pedro Scoob e Garret Mcnamara.

A caminho de Punta Arenas, no meio do nada – Chile.

A caminho de Punta Arenas, no meio do nada – Chile.

A caminho de Punta Arenas, no meio do nada – Chile.

Tudo lotado em Peniche

O mais interessante, pra mim Rachel, que nunca tinha acompanhado uma competição de surf, é que na França estávamos em um pequeno vilarejo, tudo super calmo.

Na França encontramos vários surfistas na rua, o Jordy Smith tomando um sorvete com a esposa, o Taj Barrow indo tomar um café descalço, o Mineiro tomando um chocolate quente do nosso lado, o Gabriel Medina jantando no mesmo restaurante.

Já aqui em Portugal é tipo uma festa, praias lotadas, onde tem um surfista tem centenas de pessoas em volta, tirando foto, o assédio é muito maior, não só do público mas também da imprensa.

Passamos os próximos dias em que não teve campeonato indo atrás de ondas, tentando ver um pouco de free surf, trabalhamos bastante no site, já que com nossas irmãs aqui tudo estava atrasado e aproveitamos para descansar também.

Alguns momentos do caminho até o Parque Nacional Torres del Paine, Chile.

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