Turistando pelas principais cidades da Bulgaria

Depois de cruzar a Sérvia em rápidos dois dias, chegamos a Bulgária. Apesar da Bulgária ser um país grande, com costa e muita coisa para ver, escolhemos a capital Sofia e Plovdiv para parar.

A fronteira da Sérvia para Bulgária estava bem cheia, depois de cruzar a fronteira precisamos comprar um seguro para andar pela Bulgária. Pagamos 5 euros no adesivo para uma semana.

De lá, seguimos para Sofia. Tínhamos separado o dia para passear por ali e assim como em Belgrado não encontramos nenhum camping por perto então ainda não sabíamos o que fazer em relação a ficar na cidade.

As ruas de Sofia na Bulgária tem construções impressionantes.

Pouco movimento nas ruas

O que mais nos impressionou por aqui foi o pouco movimento nas ruas, ainda mais por ser sábado. Quase não vimos turistas enquanto passeamos pelas principais construções da cidade que incluem igrejas, a religião principal aqui é a Igreja Ortodoxa, uma sinagoga e uma mesquita, tudo no centro, um pertinho do outro. Existe uma rua fechada com restaurantes e cafés e também nos chamou a atenção o quanto as mulheres estavam arrumadas. Todas muito bonitas mas arrumadas, a maioria usando vestido, salto alto e muitos acessórios.

Acabamos decidindo por seguir um pouco para o sul, pois como não encontramos campings e teríamos que ficar em hotel, quanto menor a cidade, talvez teríamos opções mais baratas. Escolhemos a charmosa Plovdiv, encontramos um hotel e lá ficamos. Aproveitamos para descansar, pois sabíamos que Istambul seria puxado, e estamos dirigindo muito todos os dias e ficando pouco tempo nos lugares.

Plovdiv é candidata a centro cultural da Europa em 2019 e eles estão trabalhando nisso. Por ser domingo o centro estava vazio, comemos por ali, vimos as ruínas de um anfiteatro que foi descoberto embaixo do centro e voltamos para o hotel. Escrevemos, assistimos TV, aproveitamos para fazer nada.

Mais uma vez encontramos uma capital organizado e tranquila para o turista.

Caminho da Turquia

Alguns lugares na nossa rota tem um gostinho especial pela sua localização e pelo que significa, a Turquia seria nosso ponto mais a leste na Europa e também significa que tínhamos cruzado todo o Leste Europeu e os Balcãs com sucesso.

Acordamos cedo na pequena Plovdiv, ainda na Bulgária e seguimos sentido sul. Sempre que temos que fazer fronteira e dirigir muito nos programamos para sair cedo, ter comida no carro, e estar descansados pois sabemos que esses dias são cansativos. Chegamos perto da hora do almoço na fronteira e foi no mínimo engraçada a cara dos agentes fronteiriços. Eles já tinham visto a placa e já estavam discutindo antes de chegar nossa vez na fila.

Nos trataram super bem, confirmaram se éramos mesmo do Brasil, falaram que era a primeira vez que faziam a entrada de um carro do Brasil e nos mandaram para a aduana. Lá deram uma olhada no carro e nos deram um adesivo que apresentamos no próximo guichê, dirigindo mesmo e já seguimos viagem.

O prédio do Teatro Nacional Ivan Vazov é belíssimo.

Trânsito caótico e surpresas na viagem

Perto da fronteira tínhamos como destino a pequena Edirne, onde queríamos visitar a primeira mesquita em território turco. Paramos bem pertinho e fizemos um passeio por ali, um lugar simplesmente lindo e muito calmo, com pessoas orando, um lindo jardim e uma fantástica arquitetura. A mesquita de Selimiye é patrimônio da humanidade e valeu a pena ter parado por aqui para visita-la.

De lá seguimos viagem, tínhamos a indicação de dois campings perto de Istambul e chegamos lá quase no final da tarde. Para nossa surpresa os dois não existiam mais e nos deram a coordenada de um camping a 70 km ao norte, o que ficaria inviável. Tínhamos um camping no aplicativo ACSI e apesar de ser do lado do Mar Negro estava a apenas 30 km de Istambul e resolvemos arriscar.

Só não sabíamos que o trânsito na cidade era caótico e acabamos demorando uma hora e meia para cobrir essa distância. Para completar o camping era muito ruim, pagamos 17 euros, cansados, com fome, eu estava naqueles dias e os banho foi com certeza o pior da viagem.

Os detalhes de uma cidade bem cuidada, Sofia, capital da Bulgária.

Maratona para chegar na Turquia

No dia seguinte seguimos para a cidade e no trânsito encontramos uma Defender, com um casal de alemães que estavam indo para um camping dentro de Istambul. Fomos juntos com eles mas chegando lá era apenas um estacionamento, queríamos aproveitar bem a cidade e com o calor que estava ficar sem banho estava fora de cogitação. Deixamos o carro por ali e fomos atrás de um hotel. No primeiro que encontramos o gerente foi super legal, e nos conseguiu um quarto por 50 euros e ainda lugar para parar o carro bem em frente ao hotel e não precisarmos dirigir, já que estávamos quase em frente a mesquita azul.

Aproveitamos para falar uma parte das roupas pois já estávamos ficando sem, tomar um banho e ir conhecer as principais atrações da cidade! Foi uma maratona para chegar aqui, mas agora é só aproveitar!!

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