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Quem somos 2018-02-27T17:33:43+00:00

Quem somos?

Ficar por tanto tempo na estrada, pingando de cidade em cidade requer muita organização, tamanha que mesmo os mais precavidos como nós, não podíamos antecipar tudo.

Claro que ter feito uma série de estudos, contas e cálculos tem nos ajudado a manter nosso orçamento em linha e tudo mais tranquilo em nossas vidas. Porém existe um processo que toma muito tempo no dia-a-dia da viagem: estudar o que está por vir nas próximas cidades do roteiro.

Por exemplo, somente em El Calafate decidimos que iríamos percorrer a Carreteira Austral no sul do Chile. Sinceramente eu já tinha ouvido falar dela, mas não conhecia nada e, logo, não estava no roteiro.

Nossos Parceiros

Felizes depois de 4 anos na estrada na Islândia em Out/2017

Leonardo Spencer

Sou brasileiro, nasci em uma terça feira quente de março de 1984 na caótica cidade de São Paulo. Sou administrador por formação e era por profissão até uns meses atrás, mas minha verdadeira paixão sempre foi conhecer e registrar diferentes culturas pelo mundo.

Quando fiz 21 anos de idade fui morar na Gold Coast australiana para aprimorar meu inglês, surfar e viajar pelo arredores, acabei indo conhecer uma faculdade, resolvi aplicar e em dois anos era o aluno mais novo da universidade a ter um diploma de Master Business Administration (o tal do MBA aqui no Brasil) meus esforços renderam frutos e voltei direto da Austrália para a tesouraria do Citibank no Brasil.

Os últimos sete anos foram interessantes, mesclei a vida corrida do trabalho em São Paulo com diversas viagens. Pegava meus trinta dias de ferias anuais e me jogava pelo mundo. Passei por El Salvador, Nicarágua, Costa Rica, EUA, Chile, Argentina, Maldivas, Galápagos, Europa, Indonesia, Fiji e mais inúmeras viagens pelo Brasil.

Ao longo das viagens foram milhares de fotografias e horas de filmagens, o olho foi apurando e começaram a surgir diversas oportunidades de vincular as fotos em revistas, sites, exposições e até em livros.

Agora é chegada a hora de cair no mundo.

Alguns momentos do caminho até o Parque Nacional Torres del Paine, Chile.

Rachel Spencer

Desde pequena sempre adorei a ideia de viajar e principalmente conhecer e entender como as pessoas vivem em outros lugares. Em casa sempre viajávamos de carro, pelo menos duas vezes por ano íamos do Mato Grosso do Sul até o Rio Grande do Sul visitar nossa família que é de lá.

Sempre falava que ia trabalhar e ter dinheiro para poder viajar e conhecer todos os lugares possíveis! O que não sabia é que ter trabalho e dinheiro não necessariamente faz você ter tempo! Fiz algumas viagens nesses últimos anos, o roteiro básico de quem começa a viajar: Eua, Europa e alguns lugares da América do Sul.

Quando começamos a falar da viagem isso com certeza era o que mais me fascinava, poder finalmente conhecer todos os lugares que sempre quis e sem ter que esperar as próximas férias. Desde o primeiro ano da faculdade de economia, trabalhei na empresa Junior da PUC, depois já entrei como estagiária na tesouraria do Citi e lá fiquei por quase oito anos.

Entre as coisas que eu adoro fazer estão a culinária e ajudar as pessoas. Na viagem não vou ter muita alternativa e vou ter que cozinhar quase todos os dias, caso contrário a viagem tornaria-se inviável. Com isso vou poder aprimorar o que já sei e conhecer as comidas e alimentos locais de mais de 60 países!

Em relação a ajudar as pessoas já foi algo que fiz muito mas de novo foi  perdendo espaço no dia-a-dia. Na viagem, com certeza vamos encontrar diferentes povos, culturas, situações sócio-economicas diversas e a ideia é conseguir de alguma forma ajudar essas pessoas que vamos encontrar no caminho.

Alguns momentos do caminho até o Parque Nacional Torres del Paine, Chile.

Nem sempre o clima ajuda, mas…

Saímos para conhecer a parte norte do parque e a cada minuto que passava o tempo só ajudava. Torres del Paine é espetacular! A cada curva descobríamos novos ângulos das montanhas, e com a o sol subindo era impossível não torrar o memory card da câmera.

Destaque para a Laguna Amarga que é em uma das saídas, de lá é possível ter uma linda visão com as torres ao fundo, depois entramos no Parque novamente e fomos mais ao norte até a Laguna Azul onde acaba a estrada. Aqui muitos guanacos cruzam a estrada a todo momento.

Na volta uma caminhonete nos parou e para nossa surpresa um casal falando português, nos contaram como adoram aquele região e que estavam ali de férias mais uma vez. A cada nova paisagem ficávamos mais impressionados.

Valeu a pena ter esperado mais um dia!

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