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Praia, sol e surf no Panamá

Eu estava louco para pegar uma praia na América Central, curtir aquela ideia de verão sem fim dos filmes. O que poderia seri melhor do que Praia, sol e surf no Panamá?

Bom, depois de vários dias lidando com toda a burocracia para enviar o carro de Cartagena para Colon e enfim liberamos-lo. Eu estava louco para ir pegar uma praia na América Central. Acabamos por ficar alguns dias na cidade do Panamá e compramos alguns equipamentos que precisávamos de fotografia.

Visitamos o centro velho, vimos os arranhas céus, mas era hora de seguirmos viagem e começar a desbravar o Panamá.

Agora sim a viagem estava começando de verdade: Praia, sol e surf no Panamá

Olha a nossa casa montada no Panamá.

Caindo na estrada no Panamá, literalmente

Dirigimos algo como quatro/cinco horas da capital até uma cidade chamada Santiago. Passamos a noite por lá em um hotel super esquisito e na manhã seguinte tocamos para Santa Catalina. Uma vez que você está nesse pequeno vilarejo conhecido por suas boas ondas, você fatalmente vai achar que está no lugar errado e na verdade está mesmo! Tanto a onda que é famosa no lugar, como a praia que os turistas geralmente aproveitam é mais ao sul.

Você pode pedir informações no vilarejo ou simplesmente pegue a esquerda na rua antes da praia. Você vai dirigir por cinco minutos e vão começar a surgir as placas de hotel, hostel, restaurantes, não vimos nenhum centrinho por lá, mas você vai entender o que estamos falando.

Seguimos uma placa e caímos em um hotel que estava um pouco fora do nosso orçamento, era feriado e o quarto mais barato era 47 dólares.

Estávamos buscando acampar se possível, para economizar um pouco. A boa noticia é que fomos informados que havia um hostel ali próximo que permitia acampar em seu quintal, lá fomos nós!

Praias, coqueiros, mar, areia clarinha e só nós!

Adoramos esses lugares menos turísticos, sem muitas pessoas por perto!

Santa Catalina: A onda mais famosa do Panamá

Para nossa surpresa, quando chegamos no hotel Surfers Paradise, descobrimos que o dono é brasileiro. O caro Ítalo rapidamente se apresentou e fez questão de nos ajudar a achar um lugar para o carro. O hotel fica localizado bem de frente para a onda mais famosa da região. A estrutura é super simples mas eles são atenciosos e para nos que estávamos acampando tínhamos tudo que queríamos.

Até usar a cozinha podia, o que foi ótimo para ajudar ainda mais a economizar!

Ele nos cobrou 12 dólares por noite: o carro e nós dois. Justo!  Depois de ajeitados, aproveitamos para conhecer a praia que fica ao sul da onde estávamos. Você pega uma suave trilha de cinco minutos e já está lá. Na maré baixa você pode andar por toda a praia, na maré cheia o rio sobe e fecha a passagem, fazendo você ter que passar por ele para chegar ao outro lado da baia.

É muito interessante ver como todo o cenário muda em questão de algumas horas!

Minha intenção era surfar algumas boas ondas por lá, mas infelizmente outubro não é a melhor época. Quando as ondas estaríam para chegar, nós precisávamos ir embora por que meus amigos estavam para chegar na Costa Rica. Nos três dias que ficamos aproveitamos para colocar o bronze em dia, íamos cedo para a praia, pegávamos jacaré e mergulhávamos. Jogamos frescobol, escrevemos muitas coisas para o site do VLE e andávamos nas pedras. Foi tudo bem leve e bacana…

O ponto fraco era o banheiro do hotel, que estava disponível para nós que estávamos acampando. Pequeno, sujo, sem trava na porta e sem luz, era um show de horror… Não sei como a Chel não surtou com ele!

A famosa onda de Santa Catalina não nos seus melhores dias.

O conforto da nossa barraca supera os hostels, acredita?

Foi muito bom ter dormido na barraca esses dias todos. As pessoas podem achar que não, mas seguramente o conforto da barraca é geralmente muito melhor do que os lugares que ficamos. Ficamos surpresos com a quantidade de turistas que tinha por ali. Eles eram de diversos lugares do mundo e em sua maioria estavam ali para curtir a praia e depois seguir para Bocas del Toro, na costa do mar do Caribe.

Batendo um papo com o Ítalo, descobrimos que a primeira vez que ele esteve no Panamá foi em 1979. Alias, ele alega ser um dos primeiros brasileiros a surfar várias ondas da região, o que eu tendo a acreditar que seja verdade. Ele percorreu toda a América Central em uma Kombi com mais dois americanos surfando todas as ondas do caminho, as histórias eram tão boas que até fizemos um entrevista com ele justamente para gravar tudo isso.

Era a hora de seguir em frente, saímos de lá sem saber se iriamos para Bocas del Toro ou para a Costa Rica.

Mas isso eu deixo para o próximo post!

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2018-03-21T10:09:46-03:00
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