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Rumo a Belize, para o Réveillon de 2013 para 2014!

Nossa virada de ano não poderia ser mais diferente: Belize, um destino que com certeza nunca iríamos para o ano novo e nem sei se em qualquer outra ocasião. Mas essa é a beleza da volta ao mundo de carro, você acaba vendo de tudo um pouco!

Clima caribenho: sol, praia, areia branca e atmosfera tranquila!

Ir ou não ir para Belize? Eis a questão!

Ainda na Guatemala, tivemos uma longa discussão sobre o assunto. O Leo talvez nunca deu importância para essas datas e só viajávamos para o ano novo por ser um motivo de encontrar todos os amigos, mas não pela data em si.

Já pra mim apesar de não ter tanta importância o ano novo em si, todas as datas que geralmente eu estaria com a família ou pessoas queridas por perto me deixam um pouco mais triste.

Como o Natal já tinha sido no quarto de hotel sem jantar queria fazer alguma coisa para o Revéillon, lógico que o mais importante é estarmos juntos e bem e dado isso qualquer lugar é lugar. De qualquer maneira, depois de uma longa conversa resolvemos que iríamos seguir para Caye Caulker, uma das ilhas que pertencem a Belize e ficam no Caribe.

Chegando em Belize depois da Guatemala

Saímos da Guatemala no dia 30 de dezembro, depois da nossa conversa, e facilmente cruzamos a fronteira para Belize. Apesar de achar um roubo ter que pagar um importo da cidade e outro do país para poder sair da Guatemala, você não tem muita opção já que quer ir embora. Em meia hora tínhamos feito a saída e entrada em Belize.

Seguimos rumo a cidade de Belize City para poder nos programar. A estrada até lá foi ok e as cidades também. Belize foi uma colônia inglesa até os anos 80 e por isso aqui se fala inglês. Fora isso tem uma diversidade cultural com maias, espanhóis, negros, chineses e indianos.

Apesar do inglês ser a língua oficial também se fala espanhol por aqui e o criolo que é um “broken english”.

O camping não era bem um camping, rs!

Tínhamos o endereço de um camping um pouco antes da cidade de Belize e paramos lá para checar preço e disponibilidade. De lá seguimos para conhecer a cidade que nos assustou, nos surpreendeu negativamente. A cidade de Belize foi devastada pelo furacão Hattie em 1961 e parece uma cidade que não foi reconstruída, apesar de ouvirmos que sim. Ruas esburacas, casas velhas, parece que tudo está caindo aos pedaços.

Mesmo a parte que é para ser mais bonita só é menos assustadora. Compramos os tickets para o barco no dia seguinte, fizemos mercado, caríssimo diga-se de passagem e voltamos para o camping!

Apesar de sempre imaginarmos campings com um gramado, talvez algumas mesas e bancos, esse foi completamente diferente. Foi dentro de uma marina e ali dormimos entre muitos barcos e lanchas de frente para o mar. Fora isso tinha restaurante, banho quente e até um parque aquático pequeno, enquanto fechávamos a barraca vimos e ouvimos os gritos de quem escorregava pelo tobogã.

Fora isso conhecemos um casal suíço, a Natasha e o Mike que estão viajando numa Defender 110 preta, mas com a estrutura bem diferente do Coyote. Sempre adoramos conhecer gente e ouvir suas histórias, mais um casal para a lista de amigos!

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